| REUNIÃO DO COMSEG DISCUTE SEGURANÇA EM SÃO CARLOS |
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Iniciando o diálogo, o prefeito Altomani abordou a insatisfação da população com relação à centralização do atendimento 190 na cidade de Ribeirão Preto. “Diante da insatisfação da população, que pede um atendimento mais ágil e eficaz, nos foi sugerida a unificação dos centros de operação. Criar um número local, e através dele, junto a Polícia Militar, atender mais este anseio da população”, disse Altomani.
De acordo com o major Alexandre Wellington de Souza, a sugestão poderá ser analisada. “Não queremos que o cidadão sãocarlense seja penalizado com esta centralização do atendimento em Ribeirão Preto. Mas o que ocorre é que o telefone 190 é nacionalmente utilizado para emergência policial, é algo sistemizado em todas as corporações. Adianto que não tenho autonomia para estabelecer um convênio ou uma forma operacional diferente daquela existente em todo o Estado de São Paulo. Isso depende de competência funcional, ou seja, não posso, unilateralmente, fazer essa junção. O que posso fazer é enviar a solicitação para os meus superiores a fim de que haja uma proposta e a partir daí, quem sabe, obter a unificação de nossos centros de comunicação, onde os serviços de emergência do município fiquem centralizados em uma área local. Mas o comando será consultado a respeito dessa necessidade”, explicou o major.
Segundo o comandante da Guarda Municipal, Jorge Negretto, a unificação do atendimento em um número diferente poderá confundir a população. “Acho que essa unificação poderia confundir a população, porque ela está acostumada a ligar para o 190, que é um número de emergência conhecido no Brasil todo. Mas acho válida a ideia, de talvez criar um centro de comunicação integrado”.
O segundo tema abordado no encontro foi a insatisfação da população acerca dos moradores de rua. "O caso dos moradores de rua é um problema social, mas a Secretaria de Cidadania e Assistência Social não existe sozinha. Ela precisa da união de vários setores. Realizamos um mapeamento dos locais onde se concentram a maior parte deles e ouvimos que a cidade de São Carlos é escolhida porque o sãocarlense é conhecido por sua bondade em dar esmolas e isso faz com que se criem condições para que outros moradores de rua se instalem na cidade”, declarou a secretária WivianeTiberti.
O major Alexandre Wellington de Souza disse que segundo informações do batalhão da Polícia Militar “os próprios moradores de rua trocam informações sobre as áreas da cidade onde existe maior facilidade de conseguir a esmola. Essa troca de informação acaba contribuindo também, em muitos casos, para o roubo em residências”, revelou o major.
Para sanar este problema, a secretária Wiviane Tiberti apresentou uma possível campanha de conscientização com relação a esmolas. “Esta campanha irá orientar a população para que substitua a esmola por doações a entidades, e que evitem dar dinheiro, principalmente em semáforos, quando são abordados. Desta forma os moradores de rua irão sentir a necessidade de buscar ajuda no Centro POP, no CREAS. Esta é a nossa intenção”, finalizou.
(12/03/2014)
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